Por Upsocl
14 enero, 2021

Will Baretto, um venezuelano que imigrou para o Chile, conheceu dois poloneses que já eram um casal. Se apaixonou por ambos e assim começou a relação poliamorosa. Dizem que na intimidade não há regras e que no futuro pensam em ser pais adotivos.

O amor pode chegar a ser muito diverso, tanto na forma de expressar sentimentos até como este se constitui. Não falamos somente de orientação sexual, mas também da quantidade de pessoas que podem chegar a formar uma só relação.

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Anteriormente te contamos a história de dois melhores amigos que estavam apaixonados pela mesma mulher, por isso decidiram sair com a mesma garota e fazer uma “tríade” para que convivessem. Pois acontece que o poliamor não se limita a relações heterossexuais e Will Baretto pôde confirmar isso depois de se somar à relação de um casal homossexual já constituído, relata o Infobae.

Era 2017 e Will Baretto, um venezuelano que emigrava para o Chile, se encontrou com um casal de poloneses em um hostel. Eles eram Krzysztof e Mateusz, que escaparam do seu país dado o alto índice de homofobia que há por lá.

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Will se aproximou do casal, que já estava constituído, mas sem nenhuma intenção a mais do que uma amizade. Com o tempo, eles foram se conhecendo e com isso o venezuelano começou a sair primeiro com Mateusz e ao mesmo tempo surgiu a química com Krzystof.

Eu nunca tinha pensado na possibilidade de iniciar uma relação com duas pessoas. Nunca esteve no meu horizonte nem nos meus objetivos de vida. Estava solteiro e pensei que só era um amor de verão. Mas a verdade é que não nos separamos mais e já vamos completar três anos juntos”.

–Will Baretto para o Infobae

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A chama se acendeu entre os três, mas era preciso fazer planos. Will necessitava trabalho enquanto que os poloneses queriam continuar viajando pela América Latina, mas ficaram no Chile um tempo para não se separar do venezuelano. Em 2019 terminaram se instalando em Rosário, na Argentina, onde vivem atualmente.

Dividem tudo, inclusive a cama, onde asseguram que a sexualidade não tem regras. Às vezes é a 3, outras a 2, mas sempre existe uma comunicação a respeito.

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Mateusz, por sua vez, afirma que o bom das relações poliamorosas é que não há modelos, podem fazer suas próprias regras, mudar papéis, sempre tentar finalmente que cada um se sinta cômodo.

Quanto aos questionamentos de familiares e outras pessoas, eles têm claro que “não lhes importa muito o que as pessoas digam” enquanto sejam eles mesmos os que se sentem bem na relação.

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No futuro buscam comprar terras e viver da permacultura, assim como se tornar pais adotivos algum dia de irmãos ou irmãs e para isso devem esperar que completem 5 anos de residência na Argentina, algo que lhes dá muita ilusão.

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