Por Upsocl
7 octubre, 2021

“Eu vestia um jeans e uma blusa branca um pouco decotada, mas nunca me senti vulgar (…) Em nenhum momento faltei com respeito a ninguém”, disse Isabel Castro sobre esse relato amargo vivido no município de Soledad, Barranquilla, onde estuda o seu filho de 5 anos.

Recentemente, em um colégio de Barranquilla, na Colômbia, se viveu um momento polêmico depois de que negaram que uma mãe entrasse na instituição educativa por conta da sua vestimenta. Julgaram a sua roupa como inadequada e ela denunciou que sofreu um tratamento discriminatório.

Isso aconteceu quando Isabel Castro tentou entrar na escola onde estuda o seu filho no município de Soledad, De acordo com o que foi publicado no El Heraldo de Colômbia, a responsável ia a uma reunião no colégio para tratar de assuntos relacionados aos protocolos de biossegurança para o início das aulas presenciais.

Denuncias Ciudadanas Barranquilla

Foi uma delegada do Conselho de Pais e Representantes quem a impediu de estar na reunião, sinalizando que a sua roupa era o problema. “Eu respondi a ela que minha roupa não tinha nada, mas ela insistia que eu não podia entrar assim na instituição”, comentou Castro.

“Eu saí de casa e, ao me olhar no espelho, senti que estava bem-vestida. Eu usava um jeans e uma blusa branca um pouco decotada, mas nunca me senti vulgar (…) Em nenhum momento faltei com respeito a ninguém”, acrescentou, dentre as suas declarações.

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A cena foi gravada pelo marido da mãe, presente no momento, e depois se tornou viral nas redes sociais. No vídeo é possível apreciar o momento em que a mulher diz a Castro: você não pode frequentar a Instituição assim. Isso está no manual de convivência, leia ele”.

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Enquanto isso, Castro e seu esposo reclamam que estão sendo discriminados. “Meu filho está há 5 anos estudando na instituição, sempre fui a reuniões e vestida dessa maneira. Nunca tinha me acontecido uma situação como esta”, expressou a mãe.

Uma professora do colégio se aproximou para se desculpar e finalmente ela conseguiu entrar na reunião, mas depois de um momento amargo. “A reação dela foi muito forte. Me senti discriminada porque as pessoas não têm que apontar o dedo, julgar e nem criticar a outra pessoa. Em me senti bem-vestida”, ressaltou Castro.

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