Por Upsocl
31 diciembre, 2020

Rafael e Pedro estão casados desde 2011 e há três anos começaram o processo de adoção, que os capacitou da melhor maneira para adotar os 4 irmãos. Dizem viver com dificuldades como todos os pais, mas que isso só fortalece ainda mais o laço com seus filhos.

Ter um lar, um teto, é para muitos um direito com o qual se nasce e praticamente não o damos a devida importância porque a maioria cresce com isso garantido. Lamentavelmente muitas crianças chegam a este mundo e por diversas circunstâncias são abandonadas ou dadas para a adoção, tendo que crescer nutrindo um sonho: conseguir uma família que os queira e com a qual possam crescer como as outras crianças do mundo.

A Crítica

E assim como existem pequenos que desejam ser adotados, há quem busca adotar e formar uma família, como Rafael Souza e Pedro Miguel de Souza, um casal homossexual do Brasil que está casado desde 2011 e procurando a oportunidade de adotar, informa o jornal A Crítica.

Foi um longo processo. Depois de 3 anos colocados à prova, passaram por cursos de habilitação e diferentes atividades que permitiram ao casal estar preparado para formar a família, neste caso, uma numerosa família.

Apoyo – Pixabay

Os escolhidos seriam 4 irmãos que residiam em um abrigo na cidade de Parintins, no estado do Amazonas. O casal diz que foi uma coisa de vê-los para se conectar com os pequenos, que foram conhecendo com o tempo e cada vez estavam mais ansiosos para ir viver com Rafael e Pedro. Por parte do abrigo e do município sempre houve a melhor das intenções para ajudar que se gestionasse essa adoção, o que foi valorizado pelos agora pais.

“Depois da decisão que tomamos, tratamos de averiguar as formas de adoção e fomos muito bem recebidos e instruídos pelos profissionais do Distrito de Parintins. Hoje, não podemos pensar em nossas vidas antes da chegada das crianças. Elas chegaram, nos mudaram a vida para melhor e serão nossos filhos para sempre”.

–Rafael de Souza para o jornal A Crítica

Apoyo – Pixabay

O casal diz que agora vive uma experiência extremamente enriquecedora e com dificuldades, como todos os pais, mas que são insignificantes se comparadas ao amor e ao carinho que vivem dia a dia e vai se solidificando com o passar do tempo, sendo o que sempre sonharam. A última integrante que se uniu foi a mãe de Pedro, que com 66 anos está maravilhada em poder ajudar nas tarefas de casa no papel de nova avó

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