Por Upsocl
8 septiembre, 2021

Depois de chegar maquiado para se encontrar com amigos, Diego, de 24 anos, expressou que “pelo seu aspecto” não quiseram deixar entrar no lugar. “Quero que saiba que ainda existe discriminação”, denunciou em suas redes sociais quando chegou de volta em casa.

Apesar dos movimentos que defendem a diversidade e o aceitar o outro, ainda segue existindo centenas de casos onde a discriminação se faz presente. Sem ir mais longe, um jovem na Argentina quis dar ênfase a que isso acontece, e muito mais do que acreditamos.

Acontece que Diego, um jovem de 24 anos, se preparou para ir a um bar na Bahia Blanca, Argentina, e para isso decidiu se maquiar segundo os seus gostos. No entanto, o local não se importou em nada que ele aparecesse maquiado e não o deixaram entrar.

Instagram @diekenn

Através da sua conta no Instagram, Diego fez a denúncia pública dirigida ao bar Baroné, lugar onde tinha ido acompanhado de sua irmã e um amigo. Devido à quantidade de pessoas que poderia haver dentro, os três decidiram beber, enquanto esperavam poder ingressar, mas minutos depois, tudo mudou.

Com a ideia de deixar o seu nome em uma lista de espera, o jovem aponta que não o deixaram “pela maquiagem que exibia. De fato, para a próxima me disseram que me maquie menos. Me parece uma atitude que para esta época, para este século, para o que queiras não vai”.

Instagram @diekenn
“Me parece discriminatório e me parece uma m**, basicamente. Queria que soubesse que ainda existe a discriminação e que os protestos muito menos são em vão. Existe e está todos os dias aqui. Basta”, acrescentou Diogo”.

Depois da reviravolta causada por sua denúncia nas redes sociais – que atualmente tem mais de 900 mil reproduções – o veículo argentino TN, entrou em contato com ambas as partes, tanto Diego como o bar, para conhecer as suas versões dos fatos.

https://www.instagram.com/p/CSlctrpnp2Z/

Quanto a Diego, declarou que “me disseram claramente que não podia entrar porque estava maquiado. Na porta tinham uma lista para que as pessoas anotassem o nome para poder entrar quando o local fosse esvaziado. Não quiseram nos anotar. A verdade é que não quisemos ficar muito tempo a mais, pagamos e nos fomos. Não vamos voltar nunca mais a este lugar”.

Por sua vez, o dono do local, Jonathan, sustentou que não tinha ideia sobre o que tinha acontecido e que imediatamente chamou Diego para se desculpar. Além disso disse: “falei com todo o pessoal e ninguém me reportou nenhum problema na noite do sábado. Imagine que se chego a descobrir, a pessoa que o discriminou vai sofrer uma sanção, porque sou contra essas atitudes.”

https://www.instagram.com/p/CKHLJuyLAjS/

Os atos de discriminação devem ser denunciados sempre.

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