Por Upsocl
29 septiembre, 2022

“Para recuperar a disciplina ela deve fazer uma breve apresentação em linguagem de sinais, assim ela aprende o que realmente é ‘inclusão'”, comentou a professora Sara Vanessa Cárdenas.

A questão da linguagem inclusiva e a intenção de dar representação às pessoas que exigem ser plenamente integradas à sociedade continua sendo um debate presente hoje em dia. Embora muitos concordam que todos devem ser incluídos, para outros a transformação da forma de se comunicar não é o caminho.

Entretanto, há aqueles que insistem que a linguagem inclusiva é a melhor opção para que todos tenham igual importância na sociedade. É por isso que eles tentarão se expressar desta forma no maior número possível de espaços, como por exemplo na área acadêmica.

Clarín

Entretanto, é provável que haja professores que não aprovam a linguagem inclusiva e isto poderia causar problemas para os alunos, como no caso de Sara Vanessa Cárdenas, uma professora na Colômbia que aparentemente se deparou com uma aluna usando esta forma de comunicação.

Como ela relatou na sua conta no Twitter, a estudante teria entregado um ensaio usando linguagem inclusiva, caracterizada por não dar gênero às palavras usando “e” como um neutro, para evitar o “a” do feminino e o “o” do masculino. Por exemplo, “companheires”, ao invés de “companheiras” ou “companheiros”.

Clarín

Entretanto, Cárdenas não concorda em absoluto que a forma de falar e escrever em espanhol deva ser mudada de tal forma, razão pela qual decidiu reprovar a garota. Foi o que expressou no post que logo viralizou, onde também ressaltou que deixou uma tarefa para que ela não voltasse a usar este tipo de linguagem.

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“Eu estava qualificando uns trabalhos e uma aluna me deu um ensaio em linguagem inclusiva. Obviamente ela tirou um 1, para recuperar a disciplina ela deve fazer uma breve apresentação em linguagem de sinais, assim ela aprende o que é ‘inclusão’ realmente”, disse Cárdenas.

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