9 mulheres queriam absolver Lindsay Clancy por motivo de insanidade, mas um homem do júri impediu todas elas

Por Sebastián Jerez
9 September, 2026

Doze pessoas, um único veredito possível. Mas uma delas não cedeu.

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No julgamento de Lindsay Clancy, a mãe de Massachusetts acusada de matar seus três filhos, o júri era composto por 9 mulheres e 3 homens. Onze chegaram a um consenso: acreditavam que havia motivos suficientes para considerá-la não culpada por motivo de insanidade. Apenas uma pessoa resistiu até o fim.

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Roni Carlson, a presidente do júri, disse que o homem admitiu ter dúvidas razoáveis, mas, ainda assim, se recusou a votar pela absolvição. As outras juradas não esconderam sua frustração: disseram que ele não as ouvia e se apegava a uma única ideia — a de que Lindsay havia matado brutalmente os filhos —, sendo incapaz de processar o restante das provas.

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A consequência era inevitável. Sem unanimidade, o juiz declarou o julgamento nulo. E a pergunta que permanece é se onze pessoas convencidas bastam para falar em justiça, ou se o peso de uma única dúvida vale exatamente tanto quanto o de todas as outras combinadas.

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