A DEA (Administração de Repressão às Drogas) entrou na investigação da morte de Hayden Panettiere, e o caso pode se tornar federal

Por Alexander López
20 August, 2026

Hayden Panettiere tinha 36 anos quando foi encontrada morta em um apartamento em Greenville, na Carolina do Sul, no domingo, 16 de agosto de 2026.

A autópsia não encontrou sinais de trauma. Nenhuma pancada, nenhuma violência visível.

Mas as ligações para o 911 feitas por seu namorado de idas e vindas, Brian Hickerson, e pelo irmão dele, Zach, mencionam algo diferente: uma possível overdose e tentativas de reanimação cardiopulmonar.

Hickerson entregou à polícia uma sacola com medicamentos que, segundo ele, a atriz tomava regularmente. Nada disso foi confirmado até o momento — os resultados toxicológicos podem levar semanas para sair.

A novidade é a DEA. A Administração de Repressão às Drogas dos Estados Unidos, a mesma agência que combate cartéis e redes de tráfico de drogas em nível federal, entrou na investigação ao lado da polícia de Greenville e do escritório do legista.

O envolvimento da agência não confirma um crime nem uma overdose, mas abre a possibilidade de que o caso deixe de ser um arquivo local e passe para as mãos do governo federal.

Panettiere havia escrito em seu livro de memórias, publicado ainda em maio, sobre anos de dependência e depressão pós-parto.

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