«A homossexualidade é uma doença mental»: Sean Strickland, o lutador do UFC que atacou Bad Bunny, os esportes femininos e atletas LGBTQ+ durante um evento oficial 🤬

Por Juan Pablo González
15 June, 2026

«Ninguém se importa com os esportes femininos, qualquer homem fraco poderia vencer Amanda Nunes.» Foi isso que Sean Strickland, 34, lutador do UFC, disse durante o Media Day oficial da Paramount+ e do UFC em 19 de fevereiro de 2026. E ele não parou por aí: chamou Bad Bunny com um insulto homofóbico, recusou-se a dizer seu nome, criticou a NFL por escolhê-lo como artista do show do intervalo do Super Bowl LX e completou dizendo que a homossexualidade é uma doença mental. 🤯

O alvo de Strickland não foi apenas o artista porto-riquenho —vencedor de 3 prêmios Grammy e 11 Latin Grammy—, mas tudo o que não se encaixa em sua visão de mundo: atletas LGBTQ+, mulheres no esporte, até mesmo a Paramount+ por incluir personagens gays em seu videogame Halo. Tudo isso diante de câmeras, microfones e representantes de seus próprios parceiros de televisão. 😤

O mais impressionante de tudo: nem o UFC nem a Paramount+ emitiram um único comentário após a diatribe. Nenhuma consequência. Nada. Strickland ainda entrou no ringue em 21 de fevereiro para lutar contra Anthony Hernandez, como se nada tivesse acontecido. Não é a primeira vez: em janeiro de 2024 ele já havia feito outra diatribe sexista, e em julho de 2025 foi suspenso por atacar fisicamente outro lutador enquanto atuava como cornerman. O padrão é claro. 🔥

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