🚨 A Federação Egípcia enviou uma carta oficial ao secretário-geral da FIFA rejeitando «qualquer atividade relacionada ao apoio à homossexualidade durante a partida». O presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, também condenou publicamente a situação. O que ambos os países têm em comum é que penalizam as relações homossexuais: no Egito com prisão e multas, e no Irã a punição pode chegar à morte, segundo a organização Human Dignity Trust.

Apesar disso, a FIFA foi clara: bandeiras arco-íris de fato estarão dentro do estádio Lumen Field, em Seattle, em 27 de junho. A entidade baseou sua decisão no Código de Conduta do Estádio, que permite expressões ligadas à orientação sexual e à identidade de gênero. Isso, além disso, contrasta diretamente com o que aconteceu no Qatar 2022, quando a própria FIFA ameaçou os capitães com cartões amarelos se usassem a braçadeira «OneLove». 🤔

O que acabou alimentando o debate foi a «coincidência» do sorteio: entre 48 seleções nacionais, o emparelhamento de dezembro de 2025 reuniu precisamente essas duas nações islâmicas no único jogo que cai no fim de semana do Seattle Pride, uma celebração com mais de 50 anos de história naquela cidade. A FIFA deveria ter respeitado a posição das federações, ou está certa em manter sua política de inclusão independentemente de quem esteja jogando? 💬

