Ada Doss saiu do plantão no hospital onde trabalhava e foi morta no estacionamento — seu marido a ouviu implorar por suas filhas ao telefone

Por Rodrigo Martínez
22 June, 2026

Ada Doss, 27, estava falando com o marido, Andrew, ao telefone enquanto caminhava até seu carro no estacionamento sul do DCH Regional Medical Center, em Tuscaloosa, Alabama. Eles estavam planejando o jantar. Estavam falando sobre suas duas filhas, de seis meses e dois anos. Então Matthew James Taylor, 41, chegou com uma arma na mão exigindo suas chaves. As últimas palavras que Andrew ouviu foram: «Por favor, não. Eu tenho bebês.»

Taylor foi preso a poucos metros do corpo em 12 de maio de 2026 e responde a acusações de homicídio qualificado. Mas o processo civil movido por Andrew Doss vai além: ele alega que, mais cedo naquele mesmo dia, Taylor havia sido levado ao hospital porque supostamente precisava de ajuda, que ele perambulou pelo campus por horas, saiu e voltou aproximadamente 90 minutos antes do tiroteio, e que minutos antes de matar Ada ele já havia tentado assaltar outra mulher no mesmo estacionamento apontando a arma para ela. O processo acusa o hospital e a empresa de segurança Allied Universal de negligência grave por não agirem apesar dos alertas.

O DCH nega que Taylor tenha entrado ou recebido atendimento naquele dia. Após o crime, implementou escoltas policiais para funcionários e revisou os protocolos de segurança nos estacionamentos. Ada Doss era gerente de enfermagem. Ela tinha 27 anos. Suas filhas têm seis meses e dois anos.

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