Adriana Jimenez tinha 22 anos, uma filha de 6 anos e um bebê a caminho, com 16 semanas de gestação.
Em 23 de agosto, por volta das 8 da manhã, ela estava ao volante de seu carro em um beco em Canoga Park, Los Angeles, esperando para estacionar ao lado da irmã, Maria Fernanda.

Elas tinham terminado o turno como cozinheiras em um restaurante tailandês e tinham acabado de sair com alguns primos. Segundo a polícia, um homem se aproximou do carro e abriu fogo.

Adriana foi baleada na cabeça. Sua irmã foi baleada duas vezes: uma bala atravessou seu pescoço, mas ela deve se recuperar.

Adriana foi declarada com morte cerebral e passou 12 dias ligada a aparelhos. Na sexta-feira, 4 de setembro, sua família teve que se despedir. Segundo o tio dela, o bebê também morreu. Ela completaria 23 anos em 11 de setembro e havia planejado um chá revelação para o bebê naquele mesmo dia. Hoje, sua família está pedindo ajuda para levá-la a El Salvador, sua terra natal. Sua filhinha, diz o tio, continua chamando pela mãe e chorando por ela.
