Charles Barkley não poupou palavras.

O ex-campeão da NBA, de 63 anos, disse estar decepcionado com Adam Silver e Cathy Engelbert por não terem posto fim antes ao debate sobre atletas trans na WNBA. Suas palavras exatas: ele apoia a comunidade gay e trans, mas em hipótese alguma homens devem competir contra mulheres. De jeito nenhum.

A controvérsia já estava esquentando: Sophie Cunningham havia questionado a mesma coisa em julho, e, dias atrás, Enes Kanter Freedom foi expulso de uma partida após um confronto com Natasha Cloud por causa de uma camiseta com a definição biológica de «mulher». Para alguns, Barkley está defendendo a justiça no esporte feminino. Para outros, ele está simplificando demais uma questão que a própria WNBA classificou como «complexa e cheia de nuances».

Barkley tem razão ou o debate merece mais nuances do que ele apresenta?

