Um terno coberto de formas que imitam excremento, caminhando com total seriedade pelas ruas de Paris durante a Semana da Moda. 😳 Esse era Tommy Cash, o artista estoniano que transformou a coisa mais repulsiva em uma declaração impossível de ignorar.
Por trás do visual há uma crítica ao hiperconsumo e aos excessos da indústria do luxo: a ideia de que esse sistema pode literalmente glamourizar qualquer coisa se a embalar bem. O problema é que Cash lançou essa crítica a partir da própria vitrine que critica, convidado pelas marcas, nos eventos mais exclusivos da moda global. 🤔

Arte subversiva ou uma performance perfeitamente integrada ao sistema que afirma combater? A contradição é tão grande quanto o terno. 💬
