Aryna Sabalenka foi clara: ela apoia a nova regulamentação que exige que todas as jogadoras façam um teste genético para confirmar que nasceram biologicamente mulheres.

A medida, que exige a detecção do gene SRY no cromossomo Y, entrou em vigor em 21 de julho e tornou a WTA a primeira liga profissional do mundo a implementar algo assim.

«Biologicamente, os homens são muito mais fortes do que as mulheres, então eu não consideraria justo que uma mulher competisse contra um homem biológico», disse Sabalenka.
A organização esclareceu que a regra não tem a intenção de questionar a identidade de gênero de ninguém, mas a controvérsia já explodiu nas redes sociais: ativistas pelos direitos trans questionam a medida, enquanto outras tenistas apoiam Sabalenka.
