Santiago está gestando no útero o bebê da influenciadora Luisa Garcia, e na Colômbia isso ainda pode custar uma consulta médica.

Sua parceira denunciou publicamente: a seguradora Sura se recusou a atendê-lo porque, segundo explicaram, o programa para pessoas grávidas é exclusivo para mulheres.

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O caso já havia sido denunciado à Superintendência de Saúde da Colômbia, mas o casal afirma que nada mudou. A Sura respondeu com um pedido público de desculpas, embora até agora não tenha confirmado nenhum ajuste em seu protocolo de atendimento.

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O casal destaca algo que poucas pessoas sabem: a Constituição da Colômbia se refere a uma «pessoa grávida», e não apenas a mulheres, o que inclui homens trans e pessoas não binárias que podem engravidar. Enquanto isso, Santiago e seu bebê ainda esperam que o sistema de saúde acompanhe a ciência e a lei.
Vídeo da reportagem:
