Barley tinha 7 anos quando as convulsões a levaram ao veterinário. O diagnóstico foi epilepsia, e a medicação prescrita interrompeu as convulsões, mas tirou outra coisa dela: a cadela dormia quase o dia todo e já não tinha a energia de antes.

Em sua casa em Brookhaven, Nova York, a família Cannarelli começou a pensar que essa seria sua nova realidade, pois o tratamento seria de longo prazo. Então Justin viu o anúncio de uma escola que procurava lares para dois patinhos recém-nascidos. O plano era acolhê-los por alguns dias e depois levá-los ao centro de jardinagem administrado pela família. Um deles morreu naquela primeira noite. O outro, Louie, um pato Pekin de apenas 4 dias, ficou.

Quando Barley enfiou o focinho no cercado de Louie, o interesse foi mútuo. Em poucas semanas, eles se tornaram inseparáveis. Todas as manhãs, ela vai vê-lo; eles brincam, rolam pelo chão e dividem tomate, ervilhas e pepino. Como Tori Cannarelli contou ao The Washington Post, Barley voltou a abanar o rabo e a demonstrar sua personalidade de sempre.

