Brie Morgan Bauer estava com 27 semanas de gravidez quando começou a sentir uma dor estranha nos ombros. Ela achou que era gripe. Não era.

Em Overland Park, Kansas, ela acabou no pronto-socorro com contrações e o bebê em sofrimento fetal. Os médicos realizaram uma cirurgia de emergência e, em 17 de fevereiro de 2024, seu filho Beau nasceu. Mas o corpo de Brie não se recuperou: ela sofreu uma hemorragia grave, sua pressão arterial despencou e ela foi intubada e colocada em coma induzido enquanto fazia diálise.

O diagnóstico veio mais tarde: síndrome do choque tóxico estreptocócico, causada por uma bactéria que progride em poucas horas e que médicos do University of Kansas Health System alertam ser especialmente perigosa para mulheres grávidas e no pós-parto. Os danos foram tão extensos que os cirurgiões tiveram de amputar suas mãos e pés para salvar sua vida. Hoje, junto com o marido, Reid, ela compartilha sua história no Instagram para que ninguém mais ignore um sintoma que parecia inofensivo.

