Casais do mesmo sexo não poderão adotar conjuntamente no Equador, enquanto grupos LGBTIQ+ preparam ação judicial contra a medida

Por Carlos Valencia
20 August, 2026

No Equador, milhares de meninas, meninos e adolescentes estão esperando por uma família. Desde agosto de 2026, há regras mais rápidas para encontrar uma, mas uma porta continua fechada para algumas pessoas que gostariam de abri-la.

A nova Lei Orgânica de Reforma estabelece que a adoção conjunta é reservada exclusivamente a casais de sexos opostos. A discussão sobre quem pode e quem não pode adotar volta a ser colocada em primeiro plano com mais força.

Organizações e grupos LGBTIQ+ já anunciaram que contestarão partes da lei perante a Corte Constitucional e estão até considerando recorrer a organismos internacionais. Até que essa batalha jurídica seja resolvida, a restrição permanece em vigor. No centro de tudo, os próprios documentos oficiais dizem que deve haver uma única prioridade: o melhor interesse de cada criança que espera por um lar.

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