Companhia aérea negou embarque a mulher com síndrome de Down por não responder a uma pergunta improvisada e ela acabou «desabando em lágrimas no aeroporto»

Por Carlos Valencia
13 August, 2026

Jennifer Jaspers já havia voado sozinha dezenas de vezes.

Ela tem 52 anos, mora em Omaha e, desta vez, só queria chegar à Carolina do Norte para comemorar seu aniversário com o pai e conhecer um novo primo. Mas, no balcão da American Airlines, uma funcionária perguntou se ela conseguia sair de um prédio sozinha. A pergunta a pegou de surpresa, e ela respondeu «Não sei». Isso foi suficiente para que uma supervisora decidisse que ela precisava de um acompanhante de segurança para viajar.

«Comecei a chorar no aeroporto», disse Jaspers, que tem síndrome de Down. Sua mãe, Cindy Garrett, afirma que nunca havia ocorrido nenhum incidente anterior e que sua filha sabe usar o celular e pedir ajuda se precisar. A companhia aérea citou sua política de acompanhante de segurança e ofereceu o acompanhante sem custo, mas a família acabou gastando 1.800 dólares para que o pai de Jennifer pudesse voar da Carolina do Norte e cumprir esse papel.

A diretora da Down Syndrome Alliance questionou os critérios usados para decidir quem pode voar sozinho e quem não pode.

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