«Estou viva porque sigo uma dieta à base de plantas», diz Penny.
Nos últimos anos, o crescimento do veganismo tem sido perceptível. Muitas pessoas escolheram esse estilo de vida por diferentes razões. Porque é isso que ele é: uma das muitas formas de se posicionar diante do mundo. Quem pensa que ser vegano é uma moda deveria ler este post.
Só na Inglaterra, segundo a The Vegan Society, nos últimos quatro anos o número de pessoas que se identificam como veganas cresceu exponencialmente. De 150.000 em 2014 para 600.000 em 2016 e, embora ainda não tenham determinado o número atual, estima-se que seja muito maior.

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As razões pelas quais as pessoas adotam essa forma de viver variam: pela saúde, pela defesa dos direitos dos animais, por prazer, e um longo etcétera. E todas elas são igualmente válidas.
Mas, apesar de poderem ter razões diferentes, com o que todas concordam é que ser vegano traz um bem-estar pessoal inestimável.
Penny Lown, uma mulher de 55 anos da Cornualha, é uma delas, e seu caso é impressionante. Segundo seu relato, o veganismo a ajudou a superar o câncer.

Facebook / Penny Lown
6 meses de vida e no máximo um ano foi o que os médicos previram para Penny. Depois de perceberem que ela tinha câncer de pâncreas em estágio terminal, isso foi tudo em que puderam pensar.
E embora o diagnóstico tenha sido devastador, a mulher decidiu tentar assim mesmo. Ela pensou que mudar seus hábitos alimentares e começar uma vida saudável poderia, de alguma forma, contribuir para sua melhora. E foi isso que aconteceu.

Facebook / Penny Lown
Além da quimioterapia e das cirurgias envolvidas no tratamento, Penny decidiu adotar o veganismo como estilo de vida.
Cinco anos se passaram.

Facebook / Penny Lown
«Depois da cirurgia, eu me senti como um animal ferido e indefeso. Então eu não conseguia consumir nada que envolvesse o sofrimento dos animais. Eu era aquele animal, sofrendo, praticamente nas mãos do destino», contou Penny à UNILAD.
Junto com isso, após seu tratamento, a mulher foi obrigada a mudar sua dieta. «Quando meu corpo se recuperou e sarou, eu só podia abastecê-lo com combustível «puro». Quanto mais eu fazia isso, melhor eu me sentia, e não quero passar o resto da minha vida me sentindo ansiosa com a possibilidade de o câncer voltar», acrescentou.

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Para Penny, é simples: sua dieta ajuda a impedir que doenças crônicas voltem. Segundo ela, estudou e leu muito sobre isso, e tem certeza sobre seu estilo de vida.
E seu bem-estar não é apenas físico. Como resultado de sua experiência e de sua mudança nos hábitos alimentares, ela diz que sua visão de mundo mudou. Agora ela olha para a vida de forma diferente e se preocupa tanto com sua condição física quanto com seu estado emocional e espiritual.

Facebook / Penny Lown

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