Ela chegou ao tribunal em Choluteca, Honduras, com uma única esperança: que o homem que ela mesma denunciou fosse libertado naquele dia.
O marido dela está preso há cerca de seis meses em um caso de violência doméstica. A mulher, que tem dois filhos com ele, falou à Metro TV com a voz trêmula: «Sim, me arrependo do que fiz, mas espero que, se Deus quiser, ele seja libertado hoje». Ela admitiu que sente falta dele e que a separação tem sido difícil para a família.

Mas ela não chegou sozinha. Emma Isabel Flores Vallejo e Norma Reyes, duas mulheres que dizem ter visto o detento crescer, apareceram para apoiá-lo. Uma delas disse que o apoiou porque, na opinião dela, os familiares dele não se importaram o suficiente.

Até a última atualização, a libertação dele não havia sido confirmada. A decisão cabe aos juízes, e o arrependimento da denunciante não encerra, por si só, um caso. O perdão da denunciante deveria ter peso em um caso como este?
Entrevista:
