ELA FOI DEIXADA EM UMA SACOLA COM O CORDÃO UMBILICAL AINDA PRESO. QUATRO ANOS DEPOIS, UM TESTE DE DNA REVELOU QUEM A HAVIA ABANDONADO

Por Macarena Salinas
6 August, 2026

Alan Ragatz caminhava com suas filhas por uma área arborizada do Condado de Forsyth, na Geórgia, na noite de 6 de junho de 2019.
Eles ouviram um choro. Pensaram que fosse um animal.
Não era.

Dentro de uma sacola plástica amarela amarrada havia uma menina recém-nascida. Ela ainda tinha o cordão umbilical preso ao corpo.
Ela pesava apenas 6 pounds e 5 ounces. Estava ali havia horas, sozinha, no meio do nada.
As enfermeiras que a receberam deram a ela um nome de uma lista para bebês não identificados: chamaram-na de India.

Um policial abriu a sacola. Sua câmera corporal registrou o momento. É possível ouvi-lo pedindo desculpas a ela, como se ela pudesse entender.
Horas depois de ela ser encontrada, uma forte tempestade atingiu aquela área. O xerife Ron Freeman chamou isso de intervenção divina.

Quase quatro anos se passaram sem respostas. Até que, em maio de 2023, um teste de DNA levou as autoridades até Karima Jiwani, 40, identificada como a mãe biológica e acusada de abandonar a própria filha na mata.


A Geórgia tem uma lei que permite que um recém-nascido seja deixado em um hospital ou quartel de bombeiros sem consequências legais. Ela não a utilizou.
A bebê India está saudável hoje. Alguém a abandonou. Outras pessoas decidiram que o choro na mata não deveria ser ignorado.

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