Jordan Hauenschild tinha 26 anos e levava uma vida organizada em Queensland, na Austrália, quando uma foto em seu feed do Instagram mudou tudo para ela. Nela estava Pitiuruk, um jovem indígena kichwa da Amazônia equatoriana, e algo naquela imagem fez com que ela lhe escrevesse naquela mesma noite.

Não foi amor à primeira vista. Por quase quatro meses, eles se conheceram por videochamadas, compartilhando histórias de vidas que não poderiam ser mais diferentes: ela estava em um escritório, enquanto ele estava no meio da selva. Quando finalmente decidiu conhecê-lo, Jordan deixou seu emprego e voou por mais de 30 horas para chegar até ele.

O mundo presumiu que ela havia abandonado tudo para desaparecer na Amazônia, como em um conto de fadas. Mas a realidade é diferente: hoje, eles dividem suas vidas entre a Austrália e o Equador e, juntos, compartilham a cultura kichwa que os uniu a milhares de pessoas nas redes sociais.

