Mark Bryan mudou-se do Texas para uma cidade perto de Schwäbisch Hall, na Alemanha, em 2010. Lá, trabalha como engenheiro mecânico em robótica, treina uma equipe local de futebol americano e é pai e avô, com mais de dez anos de casamento.

Nada nesse perfil indica o que vem a seguir: saias plissadas com saltos agulha, cores que gritam, tudo combinado com gravatas e blazers impecavelmente ajustados. Mark mistura os dois mundos como se sempre tivessem pertencido um ao outro, e essa combinação fez dele uma referência na moda sem gênero.

Não há fantasia nem personagem. Ele é o mesmo homem que verifica peças de robótica durante a semana e grita instruções no campo nos fins de semana. Para ele, as roupas simplesmente deixaram de ter gênero.

