Álvaro Risoglio tem 26 anos e segue uma regra que aplica sem exceção na Voltra, sua empresa argentina de importação: nada de açúcar ou farinha no trabalho.

Ele mesmo explica, sem rodeios: verifica o que seus dez funcionários levam consigo e, se encontra doces ou pão, joga tudo no lixo na mesma hora. A ameaça é direta: «quem leva açúcar ou farinha não recebe o salário no fim do mês», e, de acordo com o que explicou no Mítico Podcast, ninguém se atreveu a questionar isso.

Para justificar isso, ele compara o corpo a um carro: se você coloca o combustível errado, ele tem um desempenho pior.
Risoglio afirma que um de seus funcionários perdeu 35 quilos desde que entrou na empresa e que a medida funciona como incentivo. O que ele não esclareceu é se oferece alguma alternativa de alimento, nem se já chegou a descontar de fato um salário inteiro por causa de uma barra de chocolate. O que você acha da medida?
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