Gonzalo tinha 2 anos quando foi ao pronto-socorro do Hospital Viamed Santa Ángela de la Cruz, em Sevilha, com febre alta, vómitos, hemorragia nasal e tremores. Foi mandado para casa com um diagnóstico leve. Horas depois, desabou.

A família voltou às pressas. O que aconteceu a seguir é o que mais dói: foi transferido numa ambulância sem médico, sem ser intubado, ignorando que o hospital público Virgen del Rocío ficava a apenas 5 minutos. Gonzalo entrou em paragem cardiorrespiratória durante o trajeto. Não sobreviveu. 💔

A equipa que o recebeu disse que era evitável. O processo criminal foi arquivado. Os pais estão agora a lutar na via cível. Quem deve ser responsabilizado por isto?
