Corie Walsh, 38, morava em Frankfort, Illinois, com o marido e os quatro filhos. Naquela semana, não conseguia largar o celular: acompanhou cada detalhe do julgamento de Lindsay Clancy, a mulher acusada de matar os três filhos em Massachusetts, e discutia o caso com os amigos por mensagens de texto.


Na terça-feira, 1 de setembro, ela continuou trocando mensagens até depois do meio-dia. Três horas e meia depois, um vizinho encontrou Barrett, seu filho de pouco menos de 2 anos, sem vida no porão da casa. O vizinho tentou reanimá-lo até a chegada dos paramédicos, mas o menino não sobreviveu.

Segundo os promotores, Walsh disse aos investigadores que havia matado o filho porque acreditava que ele era o «Anticristo». Ela também apresentava ferimentos que havia infligido a si mesma. Sua advogada, Andrea Lyon, afirma que ela estava passando por um episódio psicótico. Os outros três filhos da família não sofreram danos físicos.

