‘Vi a sua aura, mas o seu rosto estava irreconhecível’: a confissão do fotógrafo que capturou Ali dois meses antes da sua morte

Por Jorge Pino
6 August, 2026

Zenon Texeira, um fotógrafo britânico, bateu à porta da casa de Ali em março de 2016. Sem saber, estava a tirar as últimas fotografias desta lenda viva do desporto.

Tinha organizado cuidadosamente o encontro, sabendo que o antigo campeão estava afastado das câmaras há anos. O que encontrou deixou-o sem palavras: «Vi a sua aura, mas o seu rosto estava irreconhecível».

Três décadas de Parkinson tinham transformado o homem que outrora flutuava como uma borboleta e picava como uma abelha no ringue. Mas nos seus olhos, o seu espírito permanecia igualmente forte. 

Dois meses depois, a 4 de junho de 2016, Ali morreu aos 74 anos numa clínica de Phoenix. Quando o The Sun e o Daily Mail publicaram aquela fotografia nas suas primeiras páginas, as redes sociais enlouqueceram. 

Uma das imagens mais icónicas do desporto, a despedida de Muhammad Ali.

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