Catarroja, Valência. Um menino de sorriso tímido segura um troféu dourado que mal consegue abraçar. Ele ainda não sabe, mas aquela réplica de papelão e tinta se tornará, anos depois, uma promessa cumprida.

Ferran Torres cresceu entre campos de bairro e cartazes municipais, com o mesmo sonho que milhares de crianças na Espanha têm todos os fins de semana. A diferença é que ele nunca deixou de persegui-lo. Treinou, caiu, levantou-se e acabou vestindo a camisa da seleção nacional que tanto admirava quando criança.

Hoje, aquela fotografia voltou a circular, e o contraste diz mais do que qualquer manchete: o menino que abraçou uma taça falsa acabou levantando a verdadeira. Às vezes, o destino não recompensa a sorte; recompensa a persistência 🥹🏆.
