Fotógrafo registrou no Brasil uma arara-canindé rara branca e amarela, quando essa espécie é sempre azul e amarela

Por Josefina Reyes
6 July, 2026

Em Aliança do Tocantins, Brasil, um fotógrafo apontou sua câmera para o céu e capturou algo que parecia editado: uma arara-canindé quase inteiramente amarela e branca, sem nenhum vestígio do azul intenso que define essa espécie.

@cloviscruvinel_fotografia

A explicação não é mágica nem Photoshop, mas genética. Trata-se de leucismo ou lutinismo, uma condição que reduz a pigmentação das penas e produz essa aparência pálida e marcante. O detalhe curioso é que, embora para nós pareça um espetáculo, para a ave isso representa uma desvantagem real: sem sua cor natural, camuflar-se entre a folhagem se torna muito mais difícil, e isso a expõe mais aos predadores.

@cloviscruvinel_fotografia

Os amantes da vida selvagem que viram a imagem concordaram em uma coisa: encontrar esse fenômeno em uma ave tão grande é extremamente incomum. Você também pode tentar imaginá-la voando entre as copas das árvores, destacando-se como um clarão dourado em meio ao verde.

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