Freiras se apaixonam, abandonam o hábito e acabam se cansando dele: «Deus foi o nosso cupido»

Por Pablo Román
22 May, 2026

O amor é algo que muitas vezes não pode ser controlado; simplesmente acontece.
Algo semelhante aconteceu com essas duas mulheres que se conheceram no convento.

«Nossa, que freirinha vaidosa, que freirinha desagradável!», pensou Luiza na primeira vez que conheceu Francília.
O sentimento de antipatia era mútuo, mas as coisas mudariam para melhor.

Ambas queriam se tornar freiras para servir a Deus, e foi isso que as uniu, forjando assim uma amizade.
Após uma série de problemas que afetaram a saúde mental de ambas, Luiza e Fran decidiram deixar a vida religiosa, dizendo que é necessário estar a 100 % para se dedicar a isso.

A amizade delas as ajudou a superar os maus momentos, mas, sem querer, perceberam que a relação entre elas era algo mais do que isso, e elas se casam.

Atualmente, tanto Fran quanto Luiza continuam católicas, tornando-se um exemplo de que a diversidade sexual também tem lugar na religião.

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