Antes de seus dois Oscars, antes das capas de revistas e dos tapetes vermelhos, George Clooney dormia no sofá de um amigo. Desempregado e recém-separado de sua primeira esposa, Talia Balsam, ele dividia um apartamento com outro ator que tinha algo que ele não tinha: um gato.

O colega de apartamento, identificado por vários veículos de comunicação como o ator Richard Kind, ficou obcecado com a saúde de seu animal de estimação. O animal parecia incapaz de se aliviar na caixa de areia. Preocupado, levou-o ao veterinário, que receitou laxantes.
O que seu amigo não sabia era que Clooney limpava a caixa de areia todos os dias, em segredo, antes que alguém pudesse vê-lo. O gato era perfeitamente saudável. A única evacuação ausente era a prova de uma pegadinha que vinha sendo planejada havia semanas.

Então Clooney deu o toque final na pegadinha. Certa noite, ele fez suas necessidades na caixa de areia do gato, fazendo o amigo acreditar que o laxante finalmente havia funcionado e que o animal havia se recuperado.
Anos mais tarde, a essa altura uma das maiores estrelas de Hollywood, Clooney contou a história, rindo, no programa de Howard Stern. O mesmo homem que viria a ocupar as telas e ganhar estatuetas havia começado sua carreira de ator limpando secretamente a caixa de areia do gato de outra pessoa.

A fama chega para cada pessoa de um jeito diferente. Para Clooney, ela começou com um sofá emprestado e uma pegadinha que ninguém esqueceu.
