Jeanne Calment nasceu em Arles, na França, em 1875 e desafiou todos os conselhos médicos que existiam.
Ela fumou por quase um século e só abandonou os cigarros aos 117 anos, não porque estivesse preocupada com a saúde, mas porque já não enxergava bem o suficiente para acender um. Bebia vinho todos os dias, comia quase um quilo de chocolate por semana e usava azeite de oliva tanto nas refeições quanto na pele.


Mesmo assim, continuou andando de bicicleta até os 100 anos e manteve intacto seu senso de humor até bem depois dos 110 anos.


Ela morreu em 1997, aos 122 anos e 164 dias, e até hoje continua sendo a pessoa que mais viveu entre todas as já documentadas na história. Seu caso chegou a desencadear uma controvérsia científica: alguns pesquisadores russos sugeriram que, na verdade, havia sido sua filha quem assumira sua identidade, embora estudos posteriores na França e na Suíça tenham descartado completamente essa teoria.


