Homem se declarou culpado por deixar a filha morrer em um carro com as janelas fechadas e, horas antes de ir para a prisão, foi encontrado morto na própria garagem

Por Rodrigo Martínez
7 September, 2026

Christopher Scholtes, 38 anos, tinha tudo pronto para se entregar naquela manhã, 5 de novembro de 2025, no Arizona.

Ele havia aceitado um acordo judicial que o deixaria sujeito a uma pena de entre 20 e 30 anos de prisão pela morte de sua filha Parker, de apenas 2 anos, que havia sido esquecida em um carro sob o sol em Marana, em julho de 2024. Mas, naquela madrugada, por volta das 5:20 a.m., a babá da família chegou à casa e o encontrou inconsciente na garagem. Enquanto tentava tirar as outras filhas da casa, que estava cheia de gases tóxicos, ela ligou para o 911, em uma chamada que se tornou conhecida e descreve o caos daqueles minutos.

O legista determinou que ele morreu de intoxicação por monóxido de carbono — um suicídio horas antes de perder a liberdade. Sua esposa, Erika, anestesiologista, havia sido quem tentou reanimar Parker naquele dia de 2024. Duas ligações para o 911, a mesma família, um desfecho que nenhum dos dois esperava.

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