Hospital submeteu Faye, de 12 anos, a seis duras sessões de quimioterapia, todas desnecessárias devido a um diagnóstico errado

Por Maried Díaz
14 August, 2026

Faye Condon tinha apenas 5 anos quando começou a cair sem motivo a caminho da escola em Plymouth, Inglaterra.

Christina Condon / SWNS

Médicos do Hospital Infantil de Bristol diagnosticaram-na com dermatomiosite juvenil, uma rara doença autoimune, e desde 2019 submeteram-na a seis ciclos de quimioterapia, injeções em casa e uma biópsia muscular. A mãe dela, Christina, nunca deixou de ter dúvidas: todos os testes para essa doença deram negativo; nenhum apontava nessa direção. Mesmo assim, a equipe insistia que definitivamente não era distrofia muscular.

Christina Condon / SWNS

Sete anos depois, no Hospital Great Ormond Street, um simples exame de sangue com um teste genético específico revelou a verdade: Faye tem distrofia muscular de Emery-Dreifuss, uma condição incurável que já a deixou em uma cadeira de rodas. Christina afirma que ninguém em Bristol quis solicitar esse teste porque os exames custam dinheiro. Hoje, ela apenas repete que perderam os únicos anos em que a filha ainda podia andar.

Christina Condon / SWNS

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