Layne Arthur Lundeen tinha 67 anos e vendia imóveis em Tucson, Arizona, havia mais de uma década quando algo se rompeu a 10 mil metros acima do solo.
O voo da American Airlines partiu de Dallas com destino a Newark em 3 de setembro de 2026, mas nunca chegou ao destino. Lundeen atacou o passageiro ao lado dele, bateu em uma mulher que tentou impedi-lo e lançou insultos racistas e homofóbicos diante de todo o avião. A tripulação não teve outra opção: passageiros como Richard Olenick, proprietário de um estande de tiro em Nova Jersey, e Juan Mejía, um policial aposentado que acabou sendo mordido durante a luta, o imobilizaram com abraçadeiras plásticas e fita adesiva até o avião fazer um pouso de emergência em Baltimore.
Algemaram-no assim que ele pisou em terra. E, na Long Realty Company, a imobiliária onde trabalhava desde 2013, não esperaram nem um dia: seu CEO, Kevin Kaplan, confirmou que cortaram todos os laços com ele assim que o vídeo se tornou conhecido. Lundeen enfrenta acusações de agressão e tem uma audiência judicial em 19 de outubro.
