Jennette McCurdy falou abertamente novamente sobre uma fase de sua vida marcada por um relacionamento bastante incomum. A atriz lembrou que perdeu a virgindade quando tinha apenas 18 anos, enquanto namorava um homem de cerca de 33 ou 34 anos que também tinha uma namorada.

A confissão aconteceu durante uma conversa na qual McCurdy lembrou como foi aquela primeira experiência sexual e como sabia muito pouco sobre certos aspectos da sexualidade por causa da criação que havia recebido.
«Eu tinha 18 anos e ele tinha cerca de 33 ou 34», lembrou a atriz.
McCurdy explicou que foi criada em uma família mórmon e havia decidido não fazer sexo antes do casamento. No entanto, essa regra pessoal acabou sendo deixada de lado durante aquele relacionamento.

Um dos momentos que mais chamou atenção aconteceu quando os dois estavam em um quarto de hotel. Segundo seu relato, ele pediu que ela realizasse um ato sexual cujo nome ela sequer conhecia.
«Ele me pede para fazer sexo oral nele, e eu não sei o que é porque fui criada como mórmon», disse ela.

A situação a pegou completamente de surpresa e, como ela lembrou, nem sequer entendeu imediatamente o que havia acontecido depois.
«Tem algo pingando na minha boca, e eu fico pensando: o que foi isso — ele fez xixi na minha boca?», explicou.
Por fim, McCurdy disse que acabou fazendo sexo com ele, quebrando a regra que havia estabelecido para si mesma de esperar até o casamento.
Mas o que mais a marcou quando olhou para trás foi a sensação de dependência emocional que começou a sentir.
«Havia um componente viciante», explicou. Segundo McCurdy, seu sistema nervoso parecia ficar à espera daquela sensação, e depois vinha uma forte queda.

A atriz falou em várias ocasiões sobre experiências difíceis de sua adolescência e juventude, e agora costuma abordar essas lembranças de uma perspectiva muito mais reflexiva.
Desta vez, seu relato voltou a gerar conversa justamente por causa do contraste entre uma mulher de 18 anos com pouquíssima experiência sexual e um homem com mais de 30 que já tinha uma parceira.
Em vez de uma história romântica, McCurdy se lembra disso como uma experiência que mais tarde lhe permitiu entender muitas coisas sobre si mesma, seus limites e a maneira como havia aprendido a se relacionar com a sexualidade.
