Walmer Pacheco não saiu para se aquecer nem para dar autógrafos. Ele saiu para procurar sobreviventes.

Quando o terremoto sacudiu Pereira, Colômbia, o jogador do Deportiva Pereira deixou para trás toda a rotina de um futebolista profissional e se lançou por completo às ruas destruídas de sua cidade. Não levava câmeras nem equipamentos oficiais de resgate: levava as mãos livres e a determinação de ajudar. Ele auxiliou vizinhos presos, apoiou aqueles que não conseguiam caminhar sozinhos e permaneceu onde outros teriam observado de longe.

Ninguém lhe pediu para fazer isso. Ninguém o estava filmando para um comercial. Ele simplesmente viu seu povo no chão e agiu como se a partida mais importante de sua carreira estivesse sendo disputada ali mesmo, entre escombros e gritos por ajuda. Hoje, na Colômbia, ninguém está falando de seus gols. Estão falando de um homem que, quando a cidade mais precisou dele, decidiu que ser jogador de futebol podia esperar — mas ser humano não. 🇨🇴🫡
