Laurent Simons obteve o seu doutoramento em física quântica aos 15 anos e já começou um segundo doutoramento em IA médica

Por Josefina Reyes
19 June, 2026

Laurent Simons terminou a escola primária aos seis anos. A escola secundária, aos oito. Aos 12, empresas do Silicon Valley e da China já queriam recrutá-lo. Os seus pais disseram que não. 🧠

Fred Debrock

Tem agora 15 anos e acaba de defender a sua tese de doutoramento em física quântica na Universidade de Antuérpia, na Bélgica, com investigação sobre condensados de Bose-Einstein e as ligações entre estados de bósons e buracos negros. O mesmo rapaz a quem chamam o «pequeno Einstein» também fez um estágio em ótica quântica no Instituto Max Planck, na Alemanha. O seu QI é de 145, o que o coloca no top 0,1 % de toda a população mundial. 🌍

Mas Laurent não ficou por aí. No dia seguinte a defender o seu doutoramento, inscreveu-se num segundo programa de doutoramento, desta vez em ciências médicas em Munique, focado em inteligência artificial aplicada aos cuidados de saúde. O seu objetivo final, como explicou o pai: combinar física, química, medicina e IA para prolongar a vida humana. Ou melhor, para a tornar infinita. ⚡

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