Mãe deixou o hospital acreditando que seu bebê havia morrido, até que 42 anos depois um teste de DNA revelou que ele estava vivo

Por Carlos Valencia
27 August, 2026

Diane Sheehan tinha 22 anos quando deu à luz em um hospital na Austrália, em setembro de 1976.

Ela nunca conseguiu segurar seu bebê. Disseram-lhe que ele havia morrido minutos depois de nascer e, devastada, ela assinou o que acreditava serem documentos de alta hospitalar antes de voltar para casa de mãos vazias. Durante 42 anos, carregou aquele sofrimento sem saber que, na verdade, havia assinado a entrega de seu filho para adoção.

Tudo mudou em 2018, quando um homem lhe escreveu, pensando que ela poderia ser sua mãe biológica. Um teste de DNA confirmou: o filho por quem ela havia sofrido durante mais de quatro décadas estava vivo. Sua história acabou revelando uma prática sistemática na Austrália, onde estima-se que 250.000 mães solteiras foram pressionadas ou enganadas a entregar seus bebês entre os 50s e os 70s. Em 2013, a então primeira-ministra Julia Gillard emitiu um pedido formal de desculpas pelos danos que afetaram gerações inteiras de famílias.

Puede interesarte