Amor ou negligência? Mãe não separou suas gêmeas siamesas quando eram bebês porque prefere que elas «decidam» quando forem adultas

Por Valeria Urra
5 October, 2026

Chelsea estava grávida de 8 semanas e 3 dias quando os médicos entraram na sala e ficaram em silêncio.

Então veio a notícia: suas filhas eram siamesas. «Ficamos em choque, não sabíamos o que pensar nem como nos sentir», recordou ela no programa This Morning. Quando Callie e Carter nasceram, em janeiro de 2017, em Idaho, os médicos lhes deram apenas 24 horas de vida. Nas primeiras horas, Chelsea nem sequer pôde vê-las: ela estava se recuperando da cirurgia, e quase 18 horas se passaram antes que pudesse conhecê-las. Mas as meninas continuaram melhorando e, um dia, ela conseguiu levá-las para casa.

Hoje elas têm 9 anos, caminham juntas, cada uma controlando uma das pernas, e têm personalidades muito diferentes. E Chelsea diz que, quando elas eram bebês, ela e seu parceiro, Nick, pensaram em separá-las para que elas não se lembrassem disso. Os médicos os aconselharam a não fazer isso, e o casal decidiu deixar que elas tivessem essa opção quando fossem mais velhas e entendessem os riscos.

«É a vida delas, e são elas que a estão vivendo; nós apenas as apoiamos durante todo o processo», diz ela. A mãe delas pede apenas uma coisa: quando chegar a hora, a decisão deve ser delas. O que você teria feito no lugar dela?

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