Messi tinha 11 anos, um diagnóstico que impedia seu crescimento e uma família que não podia pagar pelo tratamento

Por Alexander López
20 July, 2026

Aos nove anos, Lionel Messi parou de crescer. Em Rosário, Argentina, um médico levou mais de um ano para encontrar a causa: deficiência de hormônio do crescimento, um distúrbio que afeta pouquíssimas crianças no mundo e que, sem tratamento, o teria deixado com pouco mais de um metro e quarenta.

O tratamento consistia em injeções diárias nas pernas, que ele começou aos 11 anos e continuou por quase três anos, sem perder um único torneio de futebol. Custava cerca de $1,500 por mês, um valor impossível para sua família: seu pai trabalhava em uma siderúrgica, e sua mãe limpava casas por hora. O clube o ajudou por um tempo, mas não quis assumir um compromisso de longo prazo com uma criança tão pequena.

Aos 13 anos, com contatos da família na Catalunha, seus pais conseguiram uma avaliação na La Masia, a academia do FC Barcelona. Messi marcou cinco gols naquela sessão de treino, e o clube concordou em pagar pelo tratamento ali mesmo, em um acordo escrito em um guardanapo. Um ano depois, já com 1.70 metros de altura, ele parou as injeções para sempre.

Puede interesarte