Amy Pohl, 33, que vive no nordeste da Inglaterra, tinha 24 anos quando um médico procurou uma veia no seu braço e não conseguiu encontrar nenhuma. Em vez de pedir uma nova agulha, o médico reutilizou a mesma cânula em diferentes partes do seu corpo até finalmente inseri-la na sua mão esquerda.

No início, nada parecia grave. Mas a área começou a inchar, a febre aumentou e, em poucas horas, um enorme abscesso se formou. Os médicos marcaram as bordas da infecção com um marcador para monitorar se ela estava se espalhando. Estava. Depois vieram cirurgias para drenar e limpar o tecido, antibióticos cada vez mais fortes e culturas laboratoriais para descobrir qual bactéria estava vencendo a batalha.


Quando a infecção finalmente diminuiu, a dor permaneceu. Pohl desenvolveu Síndrome de Dor Regional Complexa: o pulso ficou permanentemente dobrado, incapaz de se estender completamente, e até uma brisa lhe causa uma dor que ela descreve como dez vezes pior do que qualquer coisa imaginável. Hoje, com 3.7 milhões de seguidores no TikTok, ela mostra todos os dias como sua mão muda de cor, incha sem aviso e, ainda assim, continua se movendo, um pouco mais a cada vez.

