Mulher foi acusada de sufocar seus gêmeos de 18 meses — ela culpou vacinas de rotina

Por Josefina Reyes
8 July, 2026

Andrea Shaw, de Payette, Idaho, encontrou seus gêmeos de 18 meses frios ao toque, de bruços no berço, dias depois de receberem vacinas de rotina contra hepatite A, difteria, tétano, coqueluche e influenza. Foi em maio de 2025. Dallas e Tyson haviam nascido prematuramente, passaram 77 dias na unidade de terapia intensiva neonatal e, segundo ela, na noite antes de serem vacinados eram «bebês normais, perfeitos e felizes».

A polícia interrogou o casal desde o primeiro dia, ainda sem autópsia, segundo o que o pai, Nathaniel Shaw, relatou. Semanas depois, Andrea e o marido apareceram em um programa da Children’s Health Defense, o grupo antivacina ligado a Robert F. Kennedy Jr., culpando as vacinas pelas mortes dos filhos.

Na semana passada, os promotores a acusaram de duas acusações de homicídio em primeiro grau, e, se for considerada culpada, ela poderá enfrentar a pena de morte. A teoria da polícia: sufocamento, não uma reação a uma vacina. Ela segue detida com fiança de $2 million, enquanto seu advogado insiste que foi uma morte por causa médica e grupos antivacina já estão usando sua história como bandeira.

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