Chetumal, México, julho de 2011. María del Carmen Arjona, 19, entrou na prisão local para uma visita conjugal com uma mala de rodinhas. Nada fora do comum para a equipe de segurança. O problema surgiu quando chegou a hora de sair.

A mala pesava demais. Os guardas a pararam, abriram-na e encontraram o que ninguém esperava encontrar: seu marido lá dentro, encolhido para caber no interior. O homem havia calculado cada centímetro. Ela havia calculado cada passo. O que não calcularam foi o peso que entregou tudo. 🧳

A mulher foi presa na hora. O caso rapidamente se tornou um dos mais comentados no sistema prisional mexicano. Mas não foi o único: em 2017, em uma prisão na Venezuela, outra mulher tentou exatamente a mesma coisa com o mesmo resultado. Descoberta. O método não era novo; tampouco o desespero. O que surpreende é até onde alguém pode se dobrar — literal e figurativamente — para tentar escapar. 😶
