Tudo estava acontecendo conforme o planejado naquele casamento à beira-mar, numa praia do Brasil. Até chegar a hora do gesto final da cerimônia.
O padre ergueu a mão para dar a bênção final. E o noivo, tomado pela emoção e com o coração acelerado, viu algo bem diferente: um “toca aqui”. Ele estendeu a mão com confiança.

Houve um segundo de silêncio. Um olhar cúmplice. E então, o riso foi inevitável.
Longe de estragar o momento, isso o tornou mais humano e autêntico. Quando as mãos tremem e as emoções estão à flor da pele, coisas espontâneas como essa acontecem. E, às vezes, o que as pessoas mais lembram de um casamento não é o que estava no roteiro, mas o que ninguém ensaiou. 🤍
