«Fale comigo direito, não seja desrespeitoso», disse Messi ao árbitro português João Pinheiro, 38, no meio das quartas de final da Copa do Mundo de 2026, em Kansas City. O capitão da Argentina não se conteve, mas o árbitro também não mostrou cartão.

Meses depois, Pinheiro justificou-se num programa de televisão: «Não temos de mostrar cartões amarelos por tudo. Podemos entender-nos conversando».

E foi mais longe: comparou o confronto ao que acontece «de forma perfeitamente normal, até saudável» na Liga dos Campeões e na sua própria liga.
A mesma partida terminou com a controversa expulsão de Breel Embolo por um segundo amarelo após uma revisão do VAR que eliminou a seleção suíça… e com a Argentina avançando por 3-1 na prorrogação.
Mais tarde, a IFAB reconheceu que a arbitragem beneficiou a La Albiceleste. Justiça esportiva ou condescendência com o camisa 10?
