A funcionária do McDonald’s que dava sobras ao jovem Ronaldo apareceu 20 anos depois: «Pensei que era mentira»

Por Maried Díaz
23 June, 2026

Cristiano Ronaldo tinha 12 anos, vivia sozinho num internato do Sporting de Lisboa, e às vezes nem sequer tinha dinheiro para comer. Perto havia um McDonald’s onde ele e outros rapazes da academia iam tarde da noite, à espera que fechasse. Lá estavam Edna, Paula e uma terceira colega, que, quando sobravam hambúrgueres, os punham de lado e lhos davam. Sem fazer perguntas. Sem pedir nada em troca.

Jornal Do Sporting

CR7 contou a história esta semana no «Good Morning Britain», numa conversa com Piers Morgan: «Lembro-me de que havia um McDonald’s ali perto onde pedíamos os hambúrgueres que sobravam. Uma senhora chamada Edna e outras duas raparigas davam-nos sempre alguns. Quero convidá-las para jantar em Turim ou Lisboa e retribuir o que fizeram por mim. Nunca me esqueci disso.»

Infobae/Getty

Assim que a história foi para o ar, Paula Leça falou com a rádio portuguesa Renascenca e confirmou todos os detalhes: o gerente que lhes dava autorização, os rapazes que chegavam sempre depois das 11 da noite e um pormenor que ainda hoje a faz rir. «Ronaldo era o mais tímido de todos», recordou. O filho dela não acreditou quando ela lhe contou. O marido acreditou, porque às vezes ia buscá-la à hora de fecho e via-os à espera. Agora Paula diz que, se Cristiano a convidar para jantar, irá sem hesitar. 🍔

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