Apesar de toda a controvérsia, o uso do Ozempic para emagrecer entre as estrelas de Hollywood é uma realidade. O problema é que o medicamento não permite escolher de onde a gordura será perdida, e muitas já foram longe demais.
Demi Moore, Jenna Ortega, Sharon, Rebel Wilson, Sharon e Kelly Osbourne são os nomes associados ao medicamento por causa de sua perda de peso rápida e excessiva. Essas celebridades perderam volume no rosto, nos seios e nas nádegas, ficando com uma aparência abatida.

Mas a indústria da beleza encontrou uma solução tão prática quanto perturbadora: usar o tecido adiposo de um cadáver.
A solução se chama alloClae, um tipo de «gordura engarrafada» obtida de corpos doados. O tecido não é injetado diretamente: primeiro, é processado, esterilizado e tratado para reduzir o DNA e eliminar as células vivas. O que resta funciona como um suporte sob a pele que proporciona volume e permite que o corpo gere seu próprio tecido, e, segundo relatos, já foi usado por mais de 2.000 pessoas desde maio de 2025.
Mas a conveniência tem um preço que pode ultrapassar 100.000 dólares… e riscos que ainda são pouco compreendidos. Sandra pagou 13.000 dólares para que o produto fosse aplicado em seus seios. Dois meses depois, começou a sentir dor e percebeu caroços e mudanças na cor da pele. A gordura não conseguiu desenvolver irrigação sanguínea suficiente e começou a morrer dentro do corpo dela. Por fim, saiu líquido por um dos locais de injeção.
«Parecia oleoso, grumoso e amarelado», contou Sandra.


Muitas pessoas reagiram com indignação: quando alguém doa o próprio corpo, geralmente imagina que ele será usado para salvar vidas, treinar médicos ou contribuir para a ciência — não para alimentar padrões de beleza irreais ou aumentar as nádegas de pacientes ricos.
A indústria da beleza vai lucrar com você mesmo depois da sua morte?

Um padrão de beleza irreal e deplorável, porque um esqueleto com peitos e uma bunda também não deveria ser um modelo nem nas redes sociais nem na telona.
