Stacey Warnecke tinha 30 anos e estava no chão de sua casa, sem conseguir respirar, quando pediu a Emily Lal que não a deixasse sozinha.

Lal não tinha formação médica. Warnecke havia lhe pagado 6.000 dólares para acompanhá-la durante o parto sem hospital, médicos ou qualquer outra coisa. Quando Warnecke disse «estou sangrando», Lal olhou entre suas pernas, não viu sangue e garantiu-lhe que ela estava bem. Na realidade, o sangramento era interno. Elas não chamaram uma ambulância até meia hora depois, e somente porque Warnecke autorizou isso pela terceira vez.


Ela morreu em 29 de setembro de 2025, em um hospital de Melbourne, na Austrália, depois de esgotar os estoques de sangue do centro médico na tentativa de salvá-la. Os especialistas que depuseram no tribunal foram unânimes. Sua morte poderia ter sido evitada. Agora, um tribunal investiga por que cada vez mais mulheres estão escolhendo dar à luz sem qualquer assistência médica e o que levou Stacey a confiar sua vida e a de sua filha a alguém sem nenhuma qualificação.

